Dúvidas comuns sobre o visto americano.
O prazo varia conforme a disponibilidade de agendamento no consulado escolhido. Após a entrevista, a devolução do passaporte costuma ocorrer em poucos dias úteis.
É o formulário oficial de solicitação de visto de não-imigrante. Todo o processo consular parte dele — e é justamente onde acontece a maior parte dos erros que causam recusa. Eu preencho e reviso cada campo com você.
Sim. Analiso o histórico, entendo o que motivou a recusa e preparo uma nova aplicação com muito mais consistência. Um visto negado antes não impede uma nova aplicação — a decisão continua sendo exclusiva do oficial consular.
Não. Nenhuma assessoria séria pode garantir aprovação — a decisão é sempre do consulado. O que faço é reduzir drasticamente os erros e inconsistências que costumam causar recusas, além de preparar você para a entrevista.
Só nas etapas obrigatórias no consulado (coleta de biometria e entrevista). Todo o resto do trabalho que faço com você é 100% online.
Não. As taxas consulares são pagas diretamente ao governo americano e não fazem parte do valor da assessoria.
Além do valor da assessoria, você paga as taxas oficiais do governo americano diretamente ao consulado. A principal é a taxa MRV, atualmente em US$ 185 por pessoa, não reembolsável mesmo em caso de negativa. Existe ainda uma taxa adicional prevista em lei americana que pode ser cobrada na emissão do visto — confirme os valores vigentes no site oficial do consulado antes de aplicar.
Você pode preencher sozinho, e muita gente consegue. A questão é o custo do erro: a taxa consular não é devolvida em caso de negativa, e uma recusa fica registrada no seu histórico e pesa nas próximas tentativas. A assessoria existe para reduzir esse risco, não para substituir um processo que é seu.
Não, e desconfie de quem disser que tem. Ninguém acelera, influencia ou garante decisão consular. O que dá para fazer é apresentar uma aplicação consistente e bem preparada.
É a negativa mais comum. Significa que o oficial não se convenceu de que você tem vínculos suficientes com o Brasil que garantam seu retorno. Não é permanente e não impede nova aplicação — mas reaplicar sem mudar nada tende a produzir o mesmo resultado.
Sim, e na maioria dos casos é o recomendado. O consulado avalia o núcleo familiar como conjunto, então a consistência entre as aplicações importa.
